VOCE TEM O PODER DE MUDAR A CARA DO MUNDO!!!

...o Servo de Deus o Papa João Paulo II, de venerada memória, dizia, na sua passagem pelo Mato Grosso, que osjovens são os primeiros protagonistas do terceiro milênio [...] são vocês que vão traçar os rumos desta nova etapa da humanidade” (Discurso 16/10/1991). ... (homilia do Papa Bento XVI aos jovens no estádio do Pacaembu, 2007)

quarta-feira, 2 de março de 2011

JMJ: jovens de hoje precisam urgentemente de Cristo

Igreja deve redobrar esforços de evangelização dos jovens, diz cardeal

MADRI, terça-feira, 1º de março de 2011 (ZENIT.org) - A próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) não terá nenhum outro propósito além de anunciar Jesus Cristo, a quem os jovens esperam, "conscientemente ou não".

Isto foi afirmado ontem pelo cardeal Antonio Maria Rouco Varela, arcebispo de Madri e presidente da Conferência Episcopal Espanhola, no discurso de abertura da 97ª Assembleia Plenária dos bispos espanhóis.

O cardeal Varela, cuja arquidiocese vai sediar a JMJ, dedicou o seu discurso a falar sobre este próximo evento global de agosto próximo.

A Igreja, disse ele, "não tem outra coisa para oferecer aos jovens e a todas as pessoas de hoje, a não ser Jesus Cristo. Não há salvação fora d'Ele. E os jovens precisam urgentemente d'Ele".

A este respeito, disse que a JMJ "é um instrumento providencial ao serviço do esforço missionário da Igreja na evangelização da juventude".

O programa da JMJ, disse ele, é, "mais uma vez, claramente cristológico, focado em Jesus Cristo".

"Para alguns, isso parece óbvio: centrar a missão juvenil no anúncio completo de Jesus Cristo. Presumivelmente, outros buscariam abordagens mais específicas ou mais adaptadas às necessidades dos jovens."

No entanto, afirmou, "depois de dois mil anos de evangelização, a Igreja de hoje percebe que Jesus Cristo ainda é muito pouco conhecido e amado".

A proposta cristã, reconheceu, "é uma oferta contracorrente, porque, em meio a um mundo que sofre com a incerteza e que, muitas vezes ainda parece gostar disso, fechando-se a qualquer proposta de verdade, a Igreja quer oferecer aos jovens a firmeza da fé que o Senhor torna possível".

Os jovens de hoje - no início do século XXI - "já não são exatamente aqueles de 25 anos atrás, que responderam aos primeiros convites de João Paulo II", reconheceu o purpurado.

"Aqueles que se consideravam como ‘os jovens do 2000' já tinham tido tempo para experimentar a decepção das utopias fermentadas 20 anos antes, em maio de 68, e olhavam para a mudança de milênio como à desejada realização de ideais mais verdadeiros."

"Não era estranho, portanto, que se percebesse entre os jovens da Igreja uma espécie de nova nostalgia de Deus e um anseio escondido de encontrar-se novamente com Jesus Cristo, com a sua verdade e com o seu amor."

Frente a eles, para os jovens de 2011, "o ideal humano da liberdade reconquistada foi proposto e explorado por milhares de caminhos nas últimas duas décadas"; por isso, "os jovens estão particularmente expostos à influência desorientadora do relativismo".

Diante desta nova situação, não devemos "abandonar a abordagem pastoral e evangelizadora que caracterizou as JMJ", mas, ao contrário, "consolidá-la e vivificá-la espiritualmente".

Finalmente, ele se referiu a duas questões "de vital importância para a juventude de hoje", que serão discutidas nesta assembleia plenária: "a colaboração necessária entre a família, a paróquia e a escola, para a educação na fé das crianças e jovens; e a questão da verdade do amor humano como um elemento-chave no amadurecimento dos jovens como pessoas".

"Anunciar o Evangelho do matrimônio e da família é, sem dúvida, um dos aspectos mais belos da nova evangelização e da juventude. Mas precisamos urgentemente, sobretudo, anunciar o amor de Cristo aos jovens."


fonte: http://www.zenit.org/article-27383?l=portuguese

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Vocações são fruto da evangelização, afirma Papa

“É necessário cuidar da vida espiritual dos jovens”


CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 1º de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - Uma ação missionária mais incisiva traz como fruto precioso, junto ao fortalecimento da vida cristã em geral, o aumento das vocações de especial consagração.

Isso é o que afirma o Papa Bento XVI em sua mensagem ao Congresso Continental Latino-Americano sobre Vocações, promovido pelo CELAM, que se realiza em Cartago (Costa Rica) desde ontem até o dia 5 de fevereiro.

No texto, e em relação com a mensagem conclusiva da Assembleia de Aparecida, o Papa afirma que "a abundância de vocações é um sinal eloquente de vitalidade eclesial, assim como da forte vivência da fé por parte de todos os membros do Povo de Deus".

A Igreja, explica o Papa, "no mais íntimo do seu ser, tem uma dimensão vocacional". Portanto, "a vida cristã participa também dessa mesma dimensão vocacional que caracteriza a Igreja".

"Na alma de cada cristão, ressoa sempre novamente aquele ‘segue-me' de Jesus aos apóstolos, que transformou para sempre suas vidas", sublinha.

Por outro lado, recordando o convite à grande missão continental, lançado na Assembleia de Aparecida, acrescenta que esta tarefa "requer um número cada vez maior de pessoas que respondam generosamente ao chamado de Deus e se entreguem completamente à causa do Evangelho".

Vida espiritual

Dentro dos fatores que levam ao despertar de uma vocação, o Papa indica especialmente o cuidado da vida espiritual, precisamente porque "a vocação não é fruto de nenhum projeto humano ou de uma hábil estratégia administrativa".

Pelo contrário, trata-se de "uma iniciativa misteriosa e inefável do Senhor, que entra na vida de uma pessoa cativando-a com a beleza do seu amor e suscitando, por conseguinte, uma entrega total e definitiva a esse amor divino".

Por isso, o Papa recorda aos bispos latino-americanos que "é preciso ter sempre presente a primazia da vida do espírito como base de toda programação pastoral".

"É necessário oferecer às jovens gerações a possibilidade de abrir seus corações a uma realidade maior: Cristo, o único que pode dar sentido e plenitude às suas vidas."

"O testemunho fiel e alegre da própria vocação foi e é um meio privilegiado para despertar em tantos jovens o desejo de seguir os passos de Cristo. E, junto a isso, a valentia de propor-lhes com delicadeza e respeito a possibilidade de que Deus também pode chamá-los."

Além disso, acrescenta, a pastoral vocacional "deve estar plenamente inserida no conjunto da pastoral geral, com uma presença capilar em todos os âmbitos pastorais concretos".

"A experiência nos ensina que, onde há uma boa planificação e uma prática constante da pastoral vocacional, não faltam vocações. Deus é generoso, e igualmente generoso deveria ser o empenho pastoral vocacional em todas as igrejas particulares", conclui.


fonte:http://www.zenit.org/article-27143?l=portuguese

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Caminho Neocatecumenal em missão pelo mundo

Por Antonio Gaspari

ROMA, terça-feira, 18 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - A aprovação do Diretório Catequético do Caminho Neocatecumenal pelas autoridades da Santa Sé confirma a validade da liturgia, da catequese e das obras desta fundação de bens espirituais que conta com quase um milhão de seguidores.

Foi o que afirmou Kiko Argüello, iniciador do Caminho Neocatecumenal, logo após o encontro com o Papa Bento XVI, durante uma entrevista coletiva concedida nas proximidades da Porta Angélica, que dá acesso ao Vaticano.

O fundador do Caminho mencionou o longo percurso pessoal e da fundação até chegar a este reconhecimento.

Argüello falou das “muitas dificuldades, dos preconceitos de párocos e bispos, de acusações e de histórias estranhas contadas por alguns que não conhecem o Caminho”. Também falou “da disponibilidade, da ajuda e da solicitude com a que a Igreja e os pontífices ajudaram o Caminho Neocatecumenal”.

O primeiro a apoiar o Caminho foi Paulo VI. Esse Papa quis sua presença nas paróquias de Veneza quando era ainda patriarca. João Paulo II o reconheceu “como um caminho de formação católica, válido para a sociedade e os tempos atuais”. Bento XVI conheceu os neocatecumenais quando era professor em Regensburg e trabalhou para introduzi-los nas paróquias da Alemanha.

Apesar das acusações, que se mostraram falsas, de dividir as comunidades paroquiais e entrar em conflito com a pastoral de párocos e bispos, o Caminho Neocatecumenal cresceu e encheu igrejas e seminários, com famílias numerosas que cada vez mais se oferecem para levar a missão católica ao mundo.

Presentes em 1.320 dioceses de 110 países nos cinco continentes, são 20.000 comunidades ativas em 6.000 paróquias. Só em Roma, o Caminho está presente em 100 paróquias e 500 comunidades. Em Madri, são 85 paróquias e 300 comunidades.

No encontro com Bento XVI na Basílica de São Pedro, em 10 de janeiro de 2009, por ocasião dos 40 anos da primeira comunidade neocatecumenal em Roma, Kiko apresentou ao Papa as primeiras 14 comunidades de Roma dispostas a deixar sua paróquia, onde tinham concluído o itinerário neocatecumenal, para ir, a convite dos párocos, até regiões marginalizadas: bairros degradados, tomados pela violência e pelas drogas, habitados por famílias destruídas e imigrantes discriminados, onde a Igreja tem dificuldades para estar presente e ajudar as pessoas.

A eficácia e a força da catequese do Caminho é demonstrada também pela abertura de 78 seminários diocesanos missionários Redemptoris Mater, dos quais 37 estão na Europa, 26 na América, 7 na Ásia, 6 na África e 2 na Austrália.

Desde 1990, ano das primeiras ordenações, até hoje, os presbíteros ordenados nos seminários Redemptoris Mater são mais de 1.600. Cerca de 2.000 estão atualmente em preparação para as ordens sagradas.

Confirmando uma profunda vocação missionária, desde 1985 o Caminho envia famílias numerosas para lugares onde a fé está desaparecendo ou nunca chegou.

Em 1985, Kiko, Carmen e o padre Mario apresentaram a João Paulo II um projeto para reevangelizar o norte da Europa com o envio de famílias missionárias, acompanhadas por padres. Em 1986, o Papa enviou as primeiras três famílias: uma para o norte da Finlândia, outra para o bairro vermelho de Hamburgo e a terceira para Estrasburgo.

Hoje, o número das famílias do Caminho em missão para a nova evangelização em 78 países é de mais de 800, com 3.097 filhos, das quais 389 na Europa, 189 na América, 113 na Ásia, 56 na Austrália, 46 na África e 15 no Oriente Médio.

São famílias que, mediante o anúncio do Evangelho e um roteiro de iniciação cristã que dura vários anos, foram reconstruídas, redescobriram o dom da comunhão, se abriram para a vida. Por gratidão a Deus e à Igreja, elas se oferecem para ir a dioceses em que os bispos achem necessário o testemunho de uma família cristã.

Para explicar a eficácia do Caminho, Kiko apresentou sua experiência de vida. Ateu, comunista radical, cheio de preconceitos contra a Igreja e o cristianismo, ele tinha chegado ao ponto de querer suicidar-se.

Depois de uma experiência pessoal de conversão, ele passou três anos junto aos mais pobres entre os pobres na favela de Palomeras Altas, em Madri. Ali, tendo encontrado a fé, Kiko iniciou o Caminho Neocatecumenal.

“A pergunta que devemos responder todos, também os bispos e os cardeais”, disse Kiko, “é o que significa ser cristãos hoje”.

“Não se trata de responder com filosofias ou citando livros, mas com a convicção profunda de que o cristianismo é a religião do amor”.

“Amai-vos como eu vos amei, disse Jesus, e só o seu grandíssimo amor nos dá a força para superar os sofrimentos e a morte”.

“A fé em Jesus nos dá a vida eterna”, ressaltou Kiko, “e podemos reconquistar aqueles que abandonaram a Igreja ou que nunca a conheceram, só com a beleza do amor que caracteriza as nossas comunidades”.


fonte: http://www.zenit.org/article-27013?l=portuguese

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Papa recebe 7 mil membros do Caminho Neocatecumenal

Ratifica sua aprovação e pede comunhão com os bispos

ROMA, segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Bento XVI recebeu hoje em audiência 7 mil membros do Caminho Neocatecumenal, entre eles cerca de 2 mil seminaristas, junto com seus iniciadores, Kiko Argüello e Carmen Hernández, na Sala Paulo VI, para o envio de 230 famílias para 46 países do mundo.

Este envio de famílias se acrescenta – segundo informou o Caminho – à abertura de 13 novos destinos para a missão ad gentes, uma forma de presença missionária em lugares onde a Igreja não está presente.

Durante o encontro, o Papa quis sublinhar a aprovação eclesial que o Caminho Neocatecumenal recebeu nos últimos anos, à qual se soma a recente aprovação definitiva de seus diretórios catequéticos.

Nos últimos anos, afirmou o Papa, “realizou-se com êxito o processo de redação dos Estatutos do Caminho Neocatecumenal, que, depois de um período razoável de validação ad experimentum, teve sua aprovação definitiva em junho de 2008”.

“Outro passo significativo se cumpriu durante estes dias, com a aprovação, obra dos competentes Dicastérios da Santa Sé, do Diretório Catequético do Caminho Neocatecumenal”, acrescentou.

“Com estes selos eclesiais, o Senhor confirma hoje e vos confia novamente este instrumento precioso que é o Caminho, de modo que possais, em filial obediência à Santa Sé e aos Pastores da Igreja, contribuir com um novo zelo e ardor para a redescoberta radical e gozoza do Batismo e oferecer vossa própria contribuição para a causa da Nova Evangelização”.

Buscar a comunhão

Por outro lado, o Papa falou aos membros do Caminho sobre a importância de “buscar a comunhão” com os bispos e o restante da Igreja.

A Igreja “reconheceu no Caminho Neocatecumenal um dom particular suscitado pelo Espírito Santo: como tal, tende naturalmente à inserção na grande harmonia do Corpo eclesial”, afirmou.

O Papa reconheceu no carisma neocatecumenal um “dom de Deus para sua Igreja”, destacando sua contribuição para “reavivar e consolidar nas dioceses e paróquias a Iniciação cristã, favorecendo uma gradual e radical redescoberta da riqueza do Batismo”.

Por isso, recordando os próprios Estatutos do Caminho, recordou-lhes que este se coloca “ao serviço do bispo como uma modalidade de atuação diocesana da iniciação cristã e da educação permanente na fé”.

Chamou-lhes a “buscar sempre uma profunda comunhão com os Pastores e com todos os componentes da Igreja particular e dos contextos eclesiais, tão diversos, entre os quais vós estais chamados a atuar”.

“A comunhão fraterna entre os discípulos de Jesus é, de fato, o primeiro e maior testemunho do nome de Jesus”, afirmou o pontífice.

Às famílias que enviou posteriormente à missão, exortou que “a fé que recebestes no dom seja esta luz em cima do candelabro, capaz de indicar aos homens o caminho para o Céu”.

Dirigindo-se de forma particular às famílias que irão em missão ad gentes, renovou seu chamado a “realizar uma nova presença eclesial em ambientes muito secularizados de vários países, ou em lugares nos quais a mensagem de Cristo ainda não chegou”.

“Podeis sentir ao vosso lado a presença viva do Senhor Ressuscitado e a companhia de tantos irmãos, assim como a oração do Papa”, afirmou.

Aos seminaristas e sacerdotes presentes, membros dos seminários diocesanos Redemptoris Mater da Europa, considerou-lhes um “sinal especial e eloquente dos frutos de bem que podem nascer da redescoberta da Graça do próprio Batismo”.

“A vós olhamos com particular esperança, sede sacerdotes enamorados de Cristo e de sua Igreja, capazes de transmitir ao mundo a alegria de ter encontrado o Senhor e de poder estar ao seu serviço”, acrescentou.

Por último, saudou as communitates in missionem, comunidades inteiras que deixam sua paróquia para ajudar em outras paróquias: “abandonastes, por assim dizer, a segurança de vossas comunidades de origem para ir a lugares mais distantes e incômodos, aceitando ser enviados para ajudar paróquias em dificuldade e para buscar a ovelha perdida e devolvê-la ao redil de Cristo”.

“No sofrimento ou aridez que podeis experimentar, senti-vos unidos ao sofrimento de Cristo na cruz e a seu desejo de reunir os irmãos que estão distantes da fé e da verdade, para devolvê-los à casa do Pai”, disse o Papa.


fonte:http://www.zenit.org/article-27004?l=portuguese



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domingo, 16 de janeiro de 2011

Cardeal Rylko: "Digam para seus amigos que vale a pena!"

Começa o encontro dos delegados para a JMJ Madri 2011

MADRI, domingo, 16 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Responsáveis de 84 países e 57 realidades eclesiais reuniram-se essa semana em Madri para definir os detalhes da organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontece na capital espanhola, de 16 a 21 de agosto. O encontro foi presidido pelo cardeal arcebispo de Madri, Antonio Rouco, e pelo cardeal presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, Stanislaw Rylko.

Cerca de 235 delegados dos cinco continentes participaram do encontro de trabalho, que aconteceu em San Lorenzo de El Escorial, na serra de Madri, de 12 a 15 de janeiro.

Participaram também membros do Conselho Pontifício dos Leigos, o "ministério" vaticano encarregado das Jornadas Mundiais da Juventude, além de representantes de todas as províncias espanholas.

O presidente do Conselho, cardeal Rylko, participou da entrevista coletiva de apresentação do Encontro. Ele destacou que os preparativos entram na "reta final", abrindo "uma etapa decisiva no caminho de preparação espiritual e organizativa-logística da JMJ de Madri 2011".

A representante sul-africana, Barbara Koorbanally, narrou várias iniciativas dos jovens daquele país no tocante à sua preparação para a jornada. Uma réplica da Cruz dos Jovens, que percorre a Espanha desde setembro de 2009, está visitando todas as regiões do país africano.

O delegado brasileiro, Tiago Oliveira, destacou que os jovens do Brasil "veem na Espanha um país irmão, e isto aumenta o seu entusiasmo". É esperada a participação de vinte mil brasileiros.

O presidente do Comitê Organizador Local da JMJ de Madri, cardeal Antonio Maria Rouco Varela, está esperançoso de que "o encontro seja vivo, ágil e dinâmico" e que os representantes tragam "informação de primeira mão sobre as suas necessidades e expectativas".

Ao chegar a Madri, o cardeal Rylko se reuniu primeiramente com um grupo de jovens voluntários, aos quais agradeceu pela generosa colaboração na Jornada Mundial.

"Para muitos jovens, vindos de todos os cantos do mundo, vai ser muito importante ver a capacidade de acolhimento de vocês, o seu espírito de sacrifício durante a JMJ. Às vezes, em tarefas sem visibilidade, mas não por isso menos importantes", sublinhou Rylko. "Não digam para os seus amigos: vocês têm que vir para a JMJ; digam: vale a pena!".

Os participantes no Encontro Internacional de Delegados receberão informação sobre os vários aspectos da organização: alojamentos, manutenção, transporte, inscrições, vistos e voluntariado.

Os delegados também visitarão os lugares onde os atos principais da JMJ se realizarão: o aeródromo de Cuatro Vientos e o entorno da praça da Cibele.

Para mais informação: http://www.jmj2011madrid.com/.


fonte:http://www.zenit.org/article-26993?l=portuguese

domingo, 9 de janeiro de 2011

Bento XVI pede redescoberta da “beleza de ser batizado”

Pontífice convida ainda a promover a formação e educação cristã das crianças


CIDADE DO VATICANO, domingo, 9 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – O Papa pediu aos católicos que promovam uma redescoberta da beleza de ser batizados.

O pontífice falou neste domingo, ao rezar o Angelus com os peregrinos na praça de São Pedro.

O Papa recordou, no dia que a Igreja celebra esta festividade, que o Batismo do Senhor evidencia que Jesus “é realmente o Messias, o Filho do Altíssimo, que, saindo das águas do Jordão, restabelece a regeneração no Espírito e abre, a todos que o querem, a possibilidade de se tornar filhos de Deus”.

“Não por acaso, de fato, cada batizado adquire o caráter de filho a partir do nome cristão, sinal inconfundível de que o Espírito Santo faz nascer ‘de novo’ o homem, a partir do seio da Igreja.”

Segundo Bento XVI, o Batismo “é o início da vida espiritual, que encontra sua plenitude por meio da Igreja”.

O pontífice chamou a atenção para a necessidade dos pais e padrinhos comprometerem-se a promover a formação e educação cristã das crianças.

“É esta uma grande responsabilidade, que deriva de um grande dom”, disse.

“Gostaria de encorajar todos os fiéis a redescobrir a beleza de ser batizados e pertencer à grande família de Deus e a dar testemunho alegre da própria fé, a fim de que esta gere frutos de bem e de concórdia”, afirmou o Papa.

Fonte:http://www.zenit.org/article-26933?l=portuguese